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5 de abril de 2012

Conheça as causas do tique nervoso.

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Conheça as causas do tique nervoso
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Por Ana Beatriz B. Silva e*Dr. Walker Rodrigues
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Quem não se lembra de já ter ouvido ou até mesmo cantado o refrão: “Isso me dá tique-tique nervoso, tique-tique nervoso, tique-tique nervoso...” com Kid Vinil na década de 80? Apesar do bom humor com que o problema é retratado na música, pessoas que possuem os chamados ‘tiques’ sofrem com o problema, muitas vezes, durante anos, afetando sua auto-estima, o que acaba interferindo em sua vida social, profissional e afetiva.
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O tique é um movimento motor involuntário, rápido, não ritmado, pois ocorre em intervalos de tempo variados, sem seguir um padrão, podendo também se apresentar como uma vocalização súbita.
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Comumente, no dia-a-dia, encontramos pessoas que possuem algum tipo de tique, como por exemplo: piscar os olhos de maneira incomum, caretas faciais, fungados, contrair o pescoço, encolher os ombros, pigarro, grunhir, bufar (esses três últimos, tiques vocais) e tantos outros que são classificados como formas simples.
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Um grupo menor de pessoas é portador da forma mais complexa que inclui saltar, bater em si mesmo, bater o pé, cheirar objetos, vocalizações explosivas e repetitivas, Dentre essas vocalizações encontramos nomes complicados, tais como a coprolalia (uso de palavras ou frases obscenas e constrangedoras), palilalia (repetição dos próprios sons ou palavras) e a ecolalia (repetição da última palavra, som ou frase ouvida).
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Conforme retrata a música citada no início, o estresse pode ser um fator exacerbado dos tiques, enquanto que algumas atividades que exijam concentração como ler, por exemplo, atenuam os mesmos.
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Os tiques não devem ser confundidos com as compulsões (popularmente conhecidas como manias), já que estas visam neutralizar a ansiedade resultante de uma obsessão (pensamentos ruins e intrusivos). Na realidade os tiques não seguem este padrão.
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Dr. Walker Rodrigues da Cunha é médico, conferencista e faz parte da equipe da clínica Medicina do Comportamento – RJ.

29 de março de 2012

Stress - TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA

Stress
TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA
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É uma ansiedade ou preocupação excessiva (expectativa apreensiva), ocorrendo na maioria dos dias por um período de pelo menos 6 meses, acerca de diversos eventos ou atividades.
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O indivíduo considera difícil controlar a preocupação. A ansiedade e a preocupação são acompanhadas de pelo menos três sintomas adicionais, de uma lista que inclui inquietação, fatigabilidade, dificuldade em concentrar-se, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.
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FOBIA
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Medo irracional, exagerado e persistente, de algum objeto ou situação. A exposição ao estímulo fóbico invariavelmente gera ansiedade extrema, medo e podem ocorrer ataques de pânico. A maioria dos fóbicos tem a noção de que este medo é exagerado, mas incontrolável. Já as crianças não têm este discernimento.
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Existem vários tipos de fobias específicas:
Tipo Animal - medo de insetos e animais, em geral este tipo de fobia tem início na infância.
Tipo Ambiente Natural - o medo é causado por objetos ou situações do ambiente natural como: tempestades, água, altura. Também têm inicio na infância.
Tipo sangue-injeção ferimentos - medo de injeções, sangue, ferimentos ou qualquer outro tipo de tratamento invasivo.
Tipo situacional - medo por situações específicas, como: avião, pontes, túneis, locais fechados. Este subtipo é aparentemente similar ao ataque de pânico com agora fobia.
SINTOMAS DA FOBIA
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Medo excessivo descontrole e sintomas de ansiedade: taquicardia, sudorese, medo paralisante, sensação de que vai desmaiar angústia, aversão, pânico, entre outros.
TRATAMENTO DA FOBIA
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Uso temporário de medicamentos para diminuir os sintomas de ansiedade e psicoterapia.
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FOBIA SOCIAL
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Nada mais é que a timidez patológica. Aquela pessoa tão tímida e insegura que chega a interferir na vida pessoal.
Geralmente são excelentes, mas na hora de se expressar entram em pânico, sentindo constrangimento social e se forçada a enfrentar a situação os sintomas da crise de ansiedade só aumentam. Sob tensão ocorrem os sintomas fisiológicos do medo, taquicardia, respiração acelerada opressão no peito, tremor nas extremidades, sudorese, boca seca. Paralelamente começam também os sintomas psicológicos: dificuldade de raciocínio, complexo de inferioridade, medo de ser avaliado e observado.
Qualquer pessoa normal fica tensa antes de um evento onde ficará exposta. Seja num evento social, uma apresentação, ou evento profissional. Por exemplo, tanto um ator, um palestrante ou uma pessoa que será apresentada a alguém do sexo oposto, sentem um friozinho na barriga e às vezes até medo, mas passado algum tempo, ela estabiliza a ansiedade e dá continuidade sem grandes dramas. Já o portador de fobia social, não se sente confortável em nenhum momento, aliás, a tensão e os sintomas da crise de ansiedade só aumentam, deixando a pessoa mais nervosa, constrangida e confusa, muitas vezes tendo uma crise de pânico e fugindo sem dar satisfação. Às vezes a fobia social é interpretada como extrema timidez e a pessoa passa a evitar qualquer tipo de constrangimento social... Interferindo radicalmente na sua vida.
Existem vários exemplos de pessoas que não aceitaram uma promoção, porque teria que fazer apresentações em empresas ou se reportar diretamente ao chefe. Estudantes que abandonam a faculdade por ter que apresentar o trabalho de conclusão. Outros que não conseguem se relacionar com o sexo oposto por timidez e acabam solteiros, sozinhos.
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SINTOMAS DA FOBIA SOCIAL
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Desconforto exagerado e excesso de ansiedade quando está sob olhar de uma ou mais pessoas, situações sociais ou de desempenho. Há sintomas físicos como taquicardia, sudorese, boca seca, sensação de que vai desmaiar pânico, confusão mental, gagueira, sudorese entre ouros. A fobia Social é um transtorno incapacitante se não tratado.
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CAUSAS DA FOBIA SOCIAL
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Medo da exposição critica, rejeição e depreciação. Este medo acaba tomando conta da pessoa, dificultando que ela mostre o seu desempenho
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TRATAMENTO DA FOBIA SOCIAL
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Existem alguns medicamentos que amenizam os sintomas de ansiedade e deve ser tomado e ajustado de acordo com o paciente, juntamente com a terapia comportamental cognitiva ( psicoterapia praticada pelo psicólogo ).
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STRESS PÓS TRAUMÁTICO
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É o desenvolvimento de sintomas após a vivência de uma situação real e ameaçadora. Vítimas de seqüestro, assaltos, estupros, torturas, ataque terrorista, acidentes naturais, acidentes automobilísticos graves, vítimas de guerras, ferimentos graves, morte súbita de entes queridos, ferimentos ou doenças graves de familiares ou pessoas próximas, testemunhas de violência e etc.
É comum essa vítima desenvolver um medo intenso e reviver o trauma em recordações aflitivas, incluindo imagens, pensamentos, sonhos recorrentes, flashbacks e alucinações. Fazendo com que está pessoa fique distante do mundo real, evitando entrar em contato com tudo o que lembre o evento. Este trauma se não tratado pode prejudicar o desempenho, o bem estar e a vida desta vítima.
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SINTOMAS DO STRESS PÓS TRAUMÁTICO
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Dificuldade em manter o sono, irritabilidade, surtos de raiva, dificuldade em concentrar-se, hipervigilância, medo, apatia, resposta de sobressalto exagerada, tristeza profunda. Recordações aflitivas e recorrentes, sonhos perturbadores e recorrentes, flashbacks e alucinações, esquivos permanentes de estímulos associados ao trauma. Estes sintomas podem ocorrer logo após o trauma e perdurar até seis meses.
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TRATAMENTO DO STRESS PÓS TRAUMÁTICO
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O tratamento é simples feito com psicoterapia e medicamento, mas é importante tratar para que não ocorra outra doença como depressão e transtorno do pânico.
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REAÇÃO AGUDA AO ESTRESSE
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Transtorno transitório que ocorre em indivíduo que não apresenta nenhum outro transtorno mental manifesto, em seguida a um "stress" físico e/ou psíquico excepcional, e que desaparece habitualmente em algumas horas ou em alguns dias. A ocorrência e a gravidade de uma reação aguda ao "stress" são influenciadas por fatores de vulnerabilidade individuais e pela capacidade do sujeito de fazer face ao traumatismo.
A sintomatologia é tipicamente mista e variável e comporta de início um estado de aturdimento caracterizado por certo estreitamento do campo da consciência e dificuldades de manter a atenção ou de integrar estímulos, e uma desorientação. Este estado pode ser seguido quer por um distanciamento do ambiente ou de uma agitação com hiperatividade (reação de fuga).