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24 de março de 2012

Bom dia São José, que a paz de Cristo esteja sempre presente


Reino dos Gifs, muito mais gifs para você
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PENSAMENTO
O pessimista é uma pessoa que, podendo escolher entre dois males, prefere ambos.”
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A pessoa pessimista se cerca de tudo que é negativo e faz um cercado em volta de si mesmo, você não consegue chegar,
Sai pessimismo!
Sai tristeza!
Alegria e sorriso nos lábios sempre!

23 de março de 2012

A agressividade infantil - Bullying .

Comportamento – parte 1
A agressividade infantil - Bullying
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A agressividade infantil é um assunto bastante amplo e podemos notar suas raízes desde o início das relações das crianças ainda na educação infantil.
Precisamos inicialmente, discernir o que é inerente à determinada faixa etária ou sexo e o que está fora dos padrões esperados pelos mesmos.
Segundo a teoria piagentiana podemos classificar o desenvolvimento cognitivo em diversas etapas. Na educação infantil, passamos basicamente por duas delas: Sensório-motora que vai do nascimento aos dois anos de idade. Nesta fase a criança se utiliza basicamente dos sentidos para conhecer o mundo. Tudo aqui acontece por reflexos e a criança leva tudo à boca; Pré-operatória que vai dos 2 aos 7 anos onde a criança começa a adquirir noções de tempo, espaço. Ainda não há raciocínio lógico e as ações para ela ainda são irreversíveis.
Uma criança que morde o amiguinho até dois anos de idade, não pode ser rotulada como agressiva. Ela ainda não sabe usar a linguagem verbal e a linguagem corporal acaba sendo mais eficiente. A criança nesta fase é egocêntrica e acredita que o mundo funciona e existe em função dela. Uma das primeiras maneiras de relacionamento é a disputa por objetos ou pela atenção de alguém querido – como a mãe, o pai ou o professor. A intenção da criança, ao morder ou empurrar, é obter o mais rápido possível aquele objeto de desejo, já que não consegue verbalizar com fluência. Esta fase de disputa é natural e quanto menos ansiedade for gerada, mais rápida e tranquilamente será transposta. É claro que o adulto não deve apenas assumir a postura de observador e sim, interferir quando necessário, evitando que se machuquem, e explicando que a atitude não é correta. Enfim, impondo limites! Porém não devem supervalorizar a agressão, pois as crianças ainda não conseguem entender que estão machucando.
A agressividade pode ser hostil, com a intenção de machucar ou ser cruel com alguém, seja física ou verbalmente. Ou ainda pode aparecer com o intuito de conquistar uma recompensa, sem desejar o mal do outro.
A agressividade aparece ainda em reação a uma frustração. Birras, gritarias e chutes. Comportamento comum, porém necessário ser amenizado até extinguido mais uma vez explicando à criança que não é um comportamento adequado.
Outro aspecto fundamental ao desenvolvimento de comportamento agressivo é o meio ambiente em que a criança está inserida, família, escola e estímulos recebidos por meios de comunicação. Há, lógico ainda, fatores individuais, inatos como sexo e hereditariedade.
É essencial saber discernir quando um comportamento agressivo é passageiro, por motivos temporários, como o nascimento de um irmãozinho, a hospitalização ou perda de um ente querido, ou ainda por mudança de casa ou escola ou se pode ser considerado como um transtorno de conduta, caso em que é necessário um acompanhamento de especialista para auxiliar a sanar o problema. Se não dermos a devida importância nesta fase essas atitudes poderão evoluir de forma prejudicial na adolescência e vida adulta, podendo transformar a criança em agente ou alvo de Bullying, que veremos mais à frente.
A diferença de sexo também pode indicar um aspecto da agressividade. Diversas pesquisas apontam para uma capacidade precoce das meninas, em relação aos meninos para adaptarem-se em grupo e socializarem-se com maior facilidade. Meninos tendem a apresentar mais problemas para adaptação social.
Por volta dos três anos, às crianças já acrescentaram milhares de palavras ao seu vocabulário e começam a descobrir o prazer em brincar com o outro e se comunicar. O egocentrismo começa a sair de cena e começa a socialização. Nesta fase, o comportamento agressivo intencional, ainda aparece esporadicamente e vista de regra não apresenta uma continuidade. Já aos quatro, cinco e seis anos identificamos alguns comportamentos de discriminação que podem ter repetidamente o mesmo alvo. Aparecem os conflitos, “panelinhas”, provocações e humilhações. É aqui que pais e educadores devem estar atentos para poder inibir esse comportamento antes que ele se instale e seja mais difícil de eliminá-lo.
Um caso típico, citado em artigo de Antônio Gois e Armando Pereira Filho para a Folha de São Paulo, é o de um menino de 4 anos que era tímido e falava pouco. Os coleguinhas e a própria professora “brincavam” dizendo que ele havia perdido a língua. Isso causou um bloqueio na fala e desenvolvimento da linguagem da criança.
Precisamos também diferenciar as vivências que a criança tem na família e as que têm na escola, onde ocorrem geralmente os comportamentos agressivos. Em casa, via de regra, a criança é sempre querida, amada e compreendida, o que não acontece no convívio social onde precisa conquistar os amigos e inserir-se no grupo.
Muitas crianças recebem apelidos relacionados a aspectos físicos e desempenho (gordinho, vara pau, zarolho, burro, chato, etc.). Aqui o papel do professor é essencial ao identificar e trabalhar com esses aspectos evitando que se repitam. A dramatização é uma ferramenta excepcional para fazer com que as crianças vivenciem papéis. Essencial ainda é discutir sempre as experiências depois de dramatizadas. Criar regras elaboradas em conjunto também é uma ferramenta eficiente. Quando as próprias crianças criam as regras elas ganham um significado maior e têm um grande impacto nas ações. Deve-se também trabalhar valores morais éticos como solidariedade, compartilhamento, cooperação, amizade, reciprocidade dentre outros. Se o professor cria um ambiente com atividades prazerosas durante todo o período de aula, a probabilidade de que comportamentos agressivos surjam é muito menor.
Lembre-se: a agressividade só deve ser tratada como um desvio de conduta quando ela aparecer por um longo período de tempo e também se não estiverem ocorrendo fatos transitórios que possam estar causando os comportamentos agressivos.
É preciso observar, tirados aspectos transitórios, se a criança:
• Sempre teve, por parte da família a realização de todas as suas vontades, fato cada dia mais comum, quando ambos os pais trabalham fora e sentem-se culpados por ter pouco tempo disponível para o filho e acabam “tentando” suprir esta lacuna com permissividade excessiva, sem impor limites.
• É muito exigida e pouco elogiada. A criança acaba perdendo parâmetros, pois mesmo fazendo o máximo para acertar, ainda é pouco para o grau de exigência dos pais ou professores.
• Tem dificuldades em relacionar-se com outras crianças, mantendo-se afastada do grupo. Foi vítima de alguma agressão ou abuso sério.
A personalidade da criança forma-se até os seis anos de idade e por isso, toda experiência e sua qualidade vivida nessa fase é de fundamental importância. Por mais que, às vezes, possa parecer ineficaz, elogio, afeto, prazer e compreensão tem resultados muito mais rápidos e menos estressantes do que bronca, castigo, sofrimento e indiferença.
É muito importante detectar e combater o comportamento agressivo ainda na primeira infância, pois quando criança não encontra obstáculos ou alguém que a alerte mostrando que não é um comportamento adequado, ela percebe que consegue liderar e tirar proveito destas situações e no futuro certamente tornar-se-á um agente do bullying e muito provavelmente um adulto violento.
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Karen Kaufmann Sacchetto
Pedagoga
Especialista em Distúrbios de Aprendizagem
Mestranda em Distúrbios do Desenvolvimento

Amizade...amor e ação

Amizade...amor e ação
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Uma relação singela Uma escolha sem imposições Harmonia de ternura e poucas palavras
Na amizade verdadeira são demonstrados Atitudes de carinho, respeito e liberalidade. Ser amigo não se traduz, se conduz.
Um sentimento que nasce através De uma afinidade transcendental Do encontro de dois seres que Permanecem unidos por elos Especiais de sensibilidade de almas. Respeito e aceitação
Sem cobranças, com muito entendimento. Acolhe sem disputar talentos Com a leveza do incentivo sincero Vai se burilando com o tempo Sendo uma companhia sempre agradável Cintilante como nácaro reluzente
Amizade à luz que ilumina com discrição Sem a grande preocupação de convencimento Mostrando a capacidade de doação Aquece e transforma o nosso coração. Com atitudes, amor e ação...
@Vera Lúcia de Oliveira
(stellamaris)

Bom dia São José, que seja um dia abençoado por Deus

Reino dos Gifs, muito mais gifs para você">
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PENSAMENTO
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Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

22 de março de 2012

FESTA EM SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

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APROVEITE, DIVIRTA-SE, FAÇA PARTE DESTA FESTA.

Todo Dia é Menos Um Dia .

Todo Dia é Menos Um Dia
Todo dia é menos um dia; menos um dia para ser feliz; é menos um dia para dar e receber; é menos um dia para amar e ser amado; é menos um dia para ouvir e, principalmente, calar!
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Sim, porque calando nem sempre quer dizer que concordamos com o que ouvimos ou lemos, mas estamos dando a outrem a chance de pensar, refletir, saber o que falou ou escreveu.
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Saber ouvir é um raro dom, reconheçamos. Mas saber calar, mais raro ainda. E como humanos estamos sujeitos a errar. E nosso erro mais primário, é não saber Ouvir e calar!
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Todo dia é menos um dia para dar um sorriso, Muitas vezes alguém precisa apenas de um sorriso para sentir um pouco de felicidade!
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Todo dia é menos um dia para dizer: - Desculpe, eu errei! Para dizer: - Perdoe-me, por favor, fui injusto!
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Todo dia é menos um dia; Para voltarmos sobre os nossos passos. De repente descobrimos que estamos muito longe E já não há mais como encontrar onde pisamos quando íamos. Já não conseguiremos distinguir nossos passos de tantos outros que vieram depois dos nossos.
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E se esse dia chega, por mais que voltemos; estaremos seguindo um caminho, que jamais nos trará ao ponto de partida.
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Por isso use cada dia com sabedoria. Ouça e cale se não se sentir bem; Leia e deixe de lado, outra hora você vai conseguir interpretar melhor e saber o que quis ser dito.

Avatar de Luana por Cristiano Chagas

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CRISTIANO CHAGAS

Professores de São josé recebem capacitação do agrinho.

Professores de São josé recebem capacitação do agrinho
NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA (16), OS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS, PARTICIPARAM DE UMA CAPACITAÇÃO DO PROGRAMA AGRINHO, DESENVOLVIDO PELO SENAR/ FAEP.
AS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O PERÍODO MATUTINO E VESPERTINO FORAM COORDENADAS PELA INSTRUTORA DO SENAR/PR, MARIA JOSÉ ANDREACCI ZULEGER, NAS DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA MUNICIPAL REGENTE FEIJÓ EDUCAÇÃO INFANTIL-ENSINO FUNDAMENTAL.
DURANTE A PROGRAMAÇÃO, MARIA ZULEGER, ABORDOU A HISTÓRIA E O OBJETIVO DO PROGRAMA, O REGULAMENTO DO CONCURSO AGRINHO E TAMBÉM MINISTROU UMA PALESTRA SOBRE AS REDES SOCIAIS.
MARIA ZULEGER ESCLARECE, “O PROGRAMA AGRINHO ELE PRIMEIRAMENTE SENSIBILIZA E CONSCIENTIZA, OS PAIS, AS CRIANÇAS, PROFESSORES E DEPOIS ELE TEM O CONCURSO AGRINHO TAMBÉM, DENTRO DO CONCURSO AGRINHO EXISTEM REDAÇÕES, DESENHOS, PROJETOS QUE OS PROFESSORES FAZEM NA COMUNIDADE TAMBÉM COM AS CRIANÇAS, COM O OBJETIVO QUE É O TEMA DO PROGRAMA AGRINHO QUE É SABER E ATUAR PARA MELHORAR O MUNDO”.
CONFORME A INSTRUTORA, A PRÓXIMA CAPACITAÇÃO DO PROGRAMA NO MUNICÍPIO, ESTÁ AGENDADA PARA O MÊS DE JULHO, COM O TEMA MAPAS CONCEITUAIS.